<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>SBU-DF</title>
	<atom:link href="http://www.sbu-df.org.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.sbu-df.org.br</link>
	<description>Sociedade Brasileiro de Urologia - Secção Distrito Federal</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Feb 2012 17:19:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>FIMOSE</title>
		<link>http://www.sbu-df.org.br/fimose-2/</link>
		<comments>http://www.sbu-df.org.br/fimose-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 17:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suporte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sbu-df.org.br/?p=713</guid>
		<description><![CDATA[O corpo do pênis é a parte pendente do órgão, tendo na sua extremidade a glande, popularmente chamada de “cabeça” . O corpo do pênis contém os dois corpos cavernosos e o corpo esponjoso que envolve a uretra. Os corpos cavernoso e esponjoso são tecidos eréteis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é?</p>
<p>O pênis é composto por corpo e glande.</p>
<p>O corpo do pênis é a parte pendente do órgão, tendo na sua extremidade a glande, popularmente chamada de “cabeça” . O corpo do pênis contém os dois corpos cavernosos e o corpo esponjoso que envolve a uretra. Os corpos cavernoso e esponjoso são tecidos eréteis.</p>
<p>Na extremidade do pênis, o corpo esponjoso se dilata formando a glande na qual se encontra a extremidade final da uretra e o meato uretral (orifício uretral).</p>
<p>A pele envolve o pênis, sendo que, ao chegar perto da glande, ela se destaca e avança por sobre a glande, constituindo o prepúcio. O prepúcio é retrátil, ou seja, quando tracionado, expõe a glande. A incapacidade de expor a glande ao se tracionar o prepúcio é chamada de fimose.</p>
<p>A fimose é fisiológica (normal) em recém-nascidos, devido a aderências naturais entre o prepúcio e glande. Com o crescimento do pênis, ocorre uma separação natural entre o prepúcio e a glande.</p>
<p>Esse processo é ajudado por ereções que ocorrem ocasionalmente nas crianças maiores. Aos 3 anos de idade, 90% dos prepúcios podem ser retraídos e menos que 1% dos homens tem fimose aos 17 anos.</p>
<p>Como se trata?</p>
<p>A separação entre a glande e o prepúcio deve ocorrer ao natural.</p>
<p>Tentativas de forçar o prepúcio nesta separação podem levar a pequenos traumatismos locais com formação de tecido cicatricial. Este tira a elasticidade do prepúcio levando à piora da fimose ou à formação de uma fimose secundária.</p>
<p>Em crianças maiores (4-5 anos), nas quais a fimose possa estar causando problemas de higiene, com conseqüente balano-postite (inflamação da glande e prepúcio), pode-se aplicar cremes com corticóides a fim de facilitar a tração do prepúcio.</p>
<p>Nos casos resistentes aos cremes, o tratamento cirúrgico está indicado.</p>
<p>Em muitos casos, o prepúcio é demasiadamente fechado sobre a glande interferindo no jato de urina. Uma espécie de “balão” se forma na ponta do pênis originado pelo prepúcio dilatado pela urina. A obstrução formada pode levar à infecção local como também à infecção urinária. A cirurgia – circuncisão – deve ser considerada nestes casos.</p>
<p>Circuncisão</p>
<p>A circuncisão, também chamada de postectomia, é a retirada do prepúcio que envolve a glande, deixando-a exposta. É realizada de rotina por algumas religiões (judeus e muçulmanos).</p>
<p>A indicação de circuncisão em recém-nascidos, visando prevenir câncer, doenças sexualmente transmissíveis, infecção urinária e balano-postite, é tema de controvérsia.</p>
<p>No caso de câncer peniano, verificou-se que somente 2% dos homens com carcinoma peniano haviam sido circuncizados por ocasião do nascimento.</p>
<p>Entretanto, sabe-se atualmente que não é a presença de prepúcio a origem da neoplasia, mas sim dos hábitos de higiene genital dos indivíduos.</p>
<p>Em 1989, a Academia Americana de Pediatria concluiu que:</p>
<p>“&#8230; A circuncisão em recém-nascidos tem potenciais benefícios médicos com vantagens, mas também com desvantagens e riscos”.</p>
<p>Estas conclusões foram reafirmadas recentemente. Além disso, cada caso deve ser individualizado e uma discussão com os pais deve ser efetuada.</p>
<p>A circuncisão apresenta uma média de 1,5 a 5% de complicações tais como:<br />
	sangramento,<br />
	infecção,<br />
	estreitamento de meato uretral,<br />
	retirada excessiva ou insuficiente do prepúcio,<br />
	assimetria prepucial.</p>
<p>Lesões graves de pênis pelo eletrocautério também foram relatadas.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?511&#038;-fimose" target="_blank">abcdasaude.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sbu-df.org.br/fimose-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Processo Seletivo Sírio Libanês 2012</title>
		<link>http://www.sbu-df.org.br/processo-seletivo-sirio-libanes-2012/</link>
		<comments>http://www.sbu-df.org.br/processo-seletivo-sirio-libanes-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 19:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suporte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sbu-df.org.br/?p=706</guid>
		<description><![CDATA[Processo Seletivo Sírio Libanês 2012]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Processo Seletivo Sírio Libanês 2012<br />
<img src="http://www.datamailing.com.br/emkt/siriolibanes/urologia/imagens/PosUro_2012_01.gif" alt="sirio libanes" /><br />
<img src="http://www.datamailing.com.br/emkt/siriolibanes/urologia/imagens/PosUro_2012_02.gif" alt="2" /></p>
<p>fonte: <a href="http://www.sbu.org.br/2012/02/comunicado-oficial-08-processo-seletivo-sirio-libanes-2012/" target="_blank">sbu.org.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sbu-df.org.br/processo-seletivo-sirio-libanes-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comunicado Oficial 05 – International Braz J Urol</title>
		<link>http://www.sbu-df.org.br/comunicado-oficial-05-international-braz-j-urol/</link>
		<comments>http://www.sbu-df.org.br/comunicado-oficial-05-international-braz-j-urol/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 18:24:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suporte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sbu-df.org.br/?p=703</guid>
		<description><![CDATA[Informamos que o Editor do International Braz J Urol passa a ser o Profº.Sidney Glina .

Agradecemos imensamente pelo trabalho realizado pela Dra.Miriam Dambros nesse período

e apresentamos o novo layout da revista para todos .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados Colegas,</p>
<p>Informamos que o Editor do International Braz J Urol passa a ser o Profº.Sidney Glina .</p>
<p>Agradecemos imensamente pelo trabalho realizado pela Dra.Miriam Dambros nesse período</p>
<p>e apresentamos o novo layout da revista para todos .<br />
<img src="http://www.sbu.org.br/comunicado_oficial/05/capa_news_certa.jpg" alt="urologia" /></p>
<p>fonte: <a href="http://www.sbu.org.br/2012/02/comunicado-oficial-05-international-braz-j-urol/" target="_blank">sbu.org.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sbu-df.org.br/comunicado-oficial-05-international-braz-j-urol/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CÁLCULOS RENAIS</title>
		<link>http://www.sbu-df.org.br/calculos-renais/</link>
		<comments>http://www.sbu-df.org.br/calculos-renais/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 22:41:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suporte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sbu-df.org.br/?p=696</guid>
		<description><![CDATA[O primeiro objetivo do tratamento é aliviar a dor do paciente, o que se faz com analgésicos e antiespasmódicos. Muitas pedras pequenas serão eliminadas espontaneamente pelo paciente. Outras necessitarão de um tratamento específico. Cálculos de ácido úrico poderão ser tratados clinicamente com grande ingestão de água, alcalinizantes da urina e substâncias que interferem na sua formação. Já os cálculos de cálcio não dissolvem dessa maneira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é?</p>
<p>O depósito organizado de sais minerais nos rins ou em qualquer parte do aparelho urinário é o que se chama de cálculo urinário. Cálculos constituídos por cálcio são os mais comuns. Outros minerais encontrados são: oxalato, fósforo, ácido úrico. As &#8220;pedras&#8221; podem também ser formadas por uma mistura destes elementos. Quando houver um excesso destes minerais no organismo, há uma tendência para que eles se depositem na urina. Como exemplo, pode se tomar uma pessoa que faça uso exagerado de leite e derivados, os quais são ricos em cálcio. Após um período de tempo haverá uma provável formação de cálculo de cálcio nos rins.</p>
<p>O que se sente?</p>
<p>O cálculo renal é o responsável pela famosa cólica renal: dor nas costas ou no abdome lateral ou embaixo das costelas com irradiação para o testículo do mesmo lado ou para o grande lábio vaginal nas mulheres. Geralmente é uma dor forte, intensa. O paciente pode ter sangue na urina. Se há infecção urinária concomitante o aparecimento de febre é comum. Os cálculos podem também ser assintomáticos e crescerem até um tamanho considerável, sem que o paciente os note.</p>
<p>Como se faz o diagnóstico?</p>
<p>A história e o exame físico geralmente trazem a suspeita de cálculo. O exame comum de urina apresenta sangue na maioria dos casos. O diagnóstico é confirmado através de radiografias abdominais,de ecografia abdominal ou , mais precisamente, de tomografia computadorizada abdominal total.</p>
<p>Como se trata?</p>
<p>O primeiro objetivo do tratamento é aliviar a dor do paciente, o que se faz com analgésicos e antiespasmódicos. Muitas pedras pequenas serão eliminadas espontaneamente pelo paciente. Outras necessitarão de um tratamento específico. Cálculos de ácido úrico poderão ser tratados clinicamente com grande ingestão de água, alcalinizantes da urina e substâncias que interferem na sua formação. Já os cálculos de cálcio não dissolvem dessa maneira.</p>
<p>Até alguns anos atrás, a maioria das pedras exigia um procedimento cirúrgico com extenso corte na pele do paciente. Atualmente, há vários métodos modernos no combate a litíase. A litotripsia extracorpórea utiliza ondas de choque que atravessam o corpo do paciente em direção ao cálculo, fragmentando-o em pequenas partes e sendo eliminados pela urina. As pedras também podem ser retiradas através de tubos chamados endoscópios, os quais são finos e possuem iluminação na extremidade. Podem ser colocados da uretra em direção ao rim e com pinças especiais ou em associação com litotripsia os cálculos são removidos. Outra forma de tratamento consiste na nefrolitotomia percutânea. Neste procedimento um tubo rígido é colocado no rim através da pele e por este tubo (nefroscópio) são retiradas as &#8220;pedras&#8221;.</p>
<p>Os métodos modernos não estão livres de complicações e podem não ser efetivos, necessitando a complementação de outra modalidade de tratamento. É freqüente a litotripsia não quebrar o cálculo, sendo necessário retirar os fragmentos restantes através de outro método.</p>
<p>Como se previne?</p>
<p>Todos os pacientes com litíase devem realizar exames em busca de defeitos no metabolismo dos minerais. Dosagens no sangue e/ou na urina de cálcio, fósforo, ácido úrico, cistina, fosfatase alcalina, são exemplos de exames a serem solicitados. Alimentos que contenham esses elementos devem ser evitados ou não consumidos em exagero. Existem tabelas de alimentos com seus principais componentes que são úteis em orientar os pacientes no que deve ser evitado.</p>
<p>Todo o paciente que apresenta litíase deve ingerir uma quantidade de água o suficiente para produzir dois litros de urina por dia. Esse é um dos fatores mais importantes na prevenção de cálculos renais. Medicações específicas para determinados tipos de cálculo existem e são usadas em situações especiais.</p>
<p>Os cálculos renais devem ser prevenidos. Uma vez presentes no aparelho urinário devem ser tratados principalmente enquanto forem pequenos. Cálculos grandes são de difícil tratamento mesmo com as técnicas modernas descritas acima. As &#8220;pedras&#8221; causam obstrução com dilatação das vias urinárias, infecção, diminuição da função renal e insuficiência renal o que podem ser as conseqüências finais desta doença. </p>
<p>fonte: <a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?54&#038;-calculos-renais" target="_blank">abcdasaude.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sbu-df.org.br/calculos-renais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comunicado Oficial 01 – Diretoria 2012-2013</title>
		<link>http://www.sbu-df.org.br/comunicado-oficial-01-diretoria-2012-2013/</link>
		<comments>http://www.sbu-df.org.br/comunicado-oficial-01-diretoria-2012-2013/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 00:35:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suporte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sbu-df.org.br/?p=693</guid>
		<description><![CDATA[Iniciamos nossos trabalhos em 02/01/2012 na Sede da SBU com muito entusiasmo e determinação.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados Colegas,</p>
<p>Iniciamos nossos trabalhos em 02/01/2012 na Sede da SBU com muito entusiasmo e determinação.</p>
<p>Seguem os dados da situação financeira em 31/12/2011, informados pelo escritório de contabilidade AMPLA SERVIÇOS*.:</p>
<p><a href="http://www.sbu.org.br/2012/01/comunicado-oficial-01-diretoria-2012-2013/" target="_blank">click aqui!</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sbu-df.org.br/comunicado-oficial-01-diretoria-2012-2013/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>TUMOR DE BEXIGA</title>
		<link>http://www.sbu-df.org.br/tumor-de-bexiga/</link>
		<comments>http://www.sbu-df.org.br/tumor-de-bexiga/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 18:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suporte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sbu-df.org.br/?p=687</guid>
		<description><![CDATA[O tumor de bexiga é uma neoplasia que, em 90% dos casos, surge a partir da mucosa, ou seja, do urotélio vesical. Também chamado de carcinoma transicional de bexiga, constitui 6,2% de todos os tumores os tumores malignos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é?</p>
<p>O tumor de bexiga é uma neoplasia que, em 90% dos casos, surge a partir da mucosa, ou seja, do urotélio vesical. Também chamado de carcinoma transicional de bexiga, constitui 6,2% de todos os tumores os tumores malignos.</p>
<p>Depois da próstata, é a segunda neoplasia urogenital a acometer o homem. Na mulher, é o oitavo câncer mais prevalente (EUA), correspondendo a 2,5% dos cânceres. Em ambos os sexos, a incidencia vem aumentando.</p>
<p>Como se desenvolve?</p>
<p>Várias substâncias estão vinculadas ao tumor vesical, dentre elas as mais importantes são o fumo e as aminas aromáticas (encontradas na indústria de tintas, couro, borracha). Vários estudos epidemiológicos suportam a relação entre essas substâncias e o câncer de bexiga. Outras substâncias não conseguiram exibir uma relação mais estreita, mas continuam sob suspeita: cafeína, adoçantes artificiais e os metabólitos do triptofano.</p>
<p>O que se sente?</p>
<p>O tumor pode ser completamente assintomático. A manifestação mais importante é a presença de hematúria (sangue na urina) assintomática (85% dos casos). Noutras situações o tumor pode se apresentar na forma de sintomas urinários como: ardência miccional, aumento na freqüência urinária, dor vesical (25% dos casos).</p>
<p>Como se faz o diagnóstico?</p>
<p>O exame físico do paciente geralmente nada mostra a não ser grandes tumores que podem ser palpados por via abdominal ou retal (ou combinadas). Uma vez levantada a suspeita de tumor deve-se solicitar uma urografia excretória ou ecografia abdominal total, com a finalidade de avaliar o aparelho urinário superior e inferior, descartando dilatação renal e a presença de outros tumores transicionais e verificando o grau de comprometimento da parede vesical pelo tumor. A uretrocistoscopia com biópsia faz o diagnóstico de tumor, pois através dela o urologista vê diretamente o tumor, suas características, localização e número.</p>
<p>Como se trata?</p>
<p>Após a cistoscopia diagnóstica, está indicada a ressecção endoscópica do tumor cuja finalidade é a retirada total do tumor. A retirada deve compreender o tumor e toda a sua base (raiz) de maneira que se tenha as suas características celulares bem como sua profundidade em relação às paredes da bexiga. A bexiga possui várias camadas: mucosa, submucosa (tecido conjuntivo subepitelial), camada muscular superficial e profunda e tecido adiposo perivesical (em redor da bexiga). Conforme a penetração nessas camadas, os tumores vesicais são classificados em vários tipo. De uma maneira simplificada, eles podem ser:</p>
<p>	superficiais<br />
	profundos<br />
	metastáticos</p>
<p>Outro dado importante são as características celulares do tumor classificadas em graus de I a III.</p>
<p>A pesquisa da extensão tumoral (estadiamento) envolve vários exames e compreendem:</p>
<p>	biópsias aleatórias de bexiga<br />
	biópsia da uretra prostática<br />
	palpação bimanual da bexiga<br />
	tomografia computadorizada abdominal total</p>
<p>O tratamento dos tumores vesicais é um dos mais complexos, pois as variáveis são muitas. De uma forma resumida, os tumores superficiais e de baixo grau são tratados com ressecção endoscópica e acompanhados com cistoscopias periódicas. Em algumas situações, esse tratamento pode ser complementado com instilações vesicais (tiotepa, mitomicina, doxorrubicina, BCG).</p>
<p>Tumores profundos ou de alto grau são levados à cistectomia radical com derivação urinária. Neste tipo de tratamento, a bexiga é retirada e a urina desviada para a pele através do intestino. Outra opção é retirar a bexiga e reconstruir outra a partir de alças intestinais, permanecendo o paciente com micção pela uretra. Para os pacientes que não têm condições cirúrgicas ou que se negam a realizar a cirurgia, a radioterapia é uma alternativa. Em presença de metástases, o tratamento é a quimioterapia.</p>
<p>fonte:<a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?433&#038;-tumor-de-bexiga" target="_blank"> abcdasaude.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sbu-df.org.br/tumor-de-bexiga/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>GONORRÉIA NO HOMEM</title>
		<link>http://www.sbu-df.org.br/gonorreia-no-homem/</link>
		<comments>http://www.sbu-df.org.br/gonorreia-no-homem/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 17:46:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suporte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sbu-df.org.br/?p=683</guid>
		<description><![CDATA[A gonorréia se transmite através de relações sexuais com parceiras contaminadas. O risco de se contaminar, na primeira vez, é de 15-20%. Esse aumenta à medida que aumentam o número de relações com parceiras contaminadas. Sexo oral ou anal também transmitem gonorréia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é?</p>
<p>É uma uretrite causada por uma bactéria chamada Neisseria gonorrhea a qual, ao microscópio, assemelha-se a um pequeno rim.</p>
<p>Como se desenvolve ou se adquire?</p>
<p>A gonorréia se transmite através de relações sexuais com parceiras contaminadas. O risco de se contaminar, na primeira vez, é de 15-20%. Esse aumenta à medida que aumentam o número de relações com parceiras contaminadas. Sexo oral ou anal também transmitem gonorréia.</p>
<p>O que se sente?</p>
<p>Após o contágio, há um período chamado de tempo de incubação no qual o paciente está assintomático. Esse período varia de dois à dez dias. Logo após surge secreção com dor para urinar.</p>
<p>A secreção aumenta em quantidade com &#8220;inchume&#8221; da uretra e pele do pênis. A gonorréia pode ocorrer sem secreção alguma.</p>
<p>Como se faz o diagnóstico?</p>
<p>A história do paciente junto com o exame físico fornecem elementos fundamentais para o diagnóstico. O exame bacterioscópico de secreção, com o auxílio de corantes especiais (Gram), pode ser realizado no própio consultório, pelo médico, se houver condições. Se não, o exame bacterioscópico e bacteriológico feitos em laboratório são solicitados.Em casos duvidosos e arrastados pode-se solicitar a cultura de Thayer-Martin que é mais específica.</p>
<p>Quais as conseqüências da doença?</p>
<p>Não tratada, o gonorréia pode causar estreitamento uretral no homem, como também afetar órgãos adjacentes: testículos , epidídimos e próstata. Com os tratamentos modernos, essas complicações são raras.</p>
<p>Como se trata?</p>
<p>Dá-se preferência a doses únicas de antibióticos, tais como ceftriaxonia, ciprofloxacino,ofloxacino e azitromicina. Outros antibióticos também podem ser utilizados como a doxiclina e cefixime.</p>
<p>Abstinência sexual ou relações com preservativo durante o tratamento são encorajados.</p>
<p>Como se previne?</p>
<p>A seleção criteriosa da parceira e o uso de preservativos são importantes na prevenção. </p>
<p>fonte: <a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?218&#038;-gonorreia-no-homem" target="_blank">abcdasaude.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sbu-df.org.br/gonorreia-no-homem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>HEMOSPERMIA</title>
		<link>http://www.sbu-df.org.br/hemospermia/</link>
		<comments>http://www.sbu-df.org.br/hemospermia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 20:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suporte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sbu-df.org.br/?p=680</guid>
		<description><![CDATA[O sangue no esperma pode se originar na próstata e/ou nas vesículas seminais, secundário a processos infecciosos, tuberculose ou câncer. Os ductos ejaculatórios também podem ser a sede do sangramento devido a processos inflamatórios ou cálculos. Entretanto, na maioria das vezes, a hemospermia não tem uma explicação objetiva e nem significado clínico importante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é?</p>
<p>A presença de sangue no esperma dando-lhe um aspecto achocolatado ou mesmo avermelhado.</p>
<p>Como se desenvolve?</p>
<p>O sangue no esperma pode se originar na próstata e/ou nas vesículas seminais, secundário a processos infecciosos, tuberculose ou câncer. Os ductos ejaculatórios também podem ser a sede do sangramento devido a processos inflamatórios ou cálculos. Entretanto, na maioria das vezes, a hemospermia não tem uma explicação objetiva e nem significado clínico importante.</p>
<p>O que se sente?</p>
<p>Geralmente o que traz o paciente ao consultório é a alteração na cor do esperma. Com o uso mais difundido dos preservativos, há maior possibilidade do paciente checar o aspecto do seu esperma.</p>
<p>Os pacientes com hemospermia podem apresentar sintomas concomitantes visto que a mesma é assintomática. Ardência uretral, dificuldade de urinar e freqüência aumentada de micções levam a pensar que uma patologia prostática, vesical ou nas vesículas seminais possa estar por trás do problema. Outro grupo de pacientes é completamente assintomático tendo como única queixa a alteração na cor do esperma.</p>
<p>Como se faz o diagnóstico?</p>
<p>A história do paciente é típica. Raramente chega-se ao ponto de fazer um exame do conteúdo do esperma. Na avaliação do paciente devemos descartar o uso de ácido acetil-salicílico o qual altera a coagulação. Todo o paciente deve ser examinado do ponto de vista urológico principalmente os que apresentam sintomas paralelos. Exames de urina, urocultura com antibiograma fazem parte da rotina diagnóstica. O exame mais importante na avaliação da hemospermia é a ecografia transretal a qual nos dará uma visão da anatomia das vesículas seminais, próstata e uretra prostática. Cálculos prostáticos ou de ductos ejaculadores, obstrução dos ductos deferentes e vesículas seminais, cistos prostáticos ou de condutos deferentes poderão aparecer como causa da hemospermia.</p>
<p>Como se trata?</p>
<p>O tratamento pode ser conservador com interrupção da atividade sexual por um breve período, evitar traumatismos sobre a próstata (períneo) como andar de bicicleta, moto ou fazer hipismo.</p>
<p>Drogas anti-inflamatórias podem ser usadas com um efeito questionável. Inibidores do crescimento prostático têm sido usados ultimamente com relativo sucesso como a finasteride. Quando uma causa objetiva for encontrada deve ser tratada. Por exemplo, uma prostatite bacteriana pode ser causa de hemospermia. Nessa situação, antibióticos devem ser instituídos.</p>
<p>Como se previne?</p>
<p>Na maioria dos pacientes, a causa é desconhecida logo a prevenção fica comprometida </p>
<p>fonte: <a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?226&#038;-hemospermia" target="_blank">abcdasaude.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sbu-df.org.br/hemospermia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caros membros da SBU e CAU</title>
		<link>http://www.sbu-df.org.br/caros-membros-da-sbu-e-cau/</link>
		<comments>http://www.sbu-df.org.br/caros-membros-da-sbu-e-cau/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 21:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suporte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sbu-df.org.br/?p=677</guid>
		<description><![CDATA[Pela primeira vez teremos as sessões plenárias do Congresso Brasileiro de Urologia disponibilizado via TTMed Urologia LATAM na forma de webcast.

Este avanço na prestação de serviços foi poss ível graças ao apoio do laboratório Astellas, em contrato assinado há dois anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez teremos as sessões plenárias do Congresso Brasileiro de Urologia disponibilizado via TTMed Urologia LATAM na forma de webcast.</p>
<p>Este avanço na prestação de serviços foi poss ível graças ao apoio do laboratório Astellas, em contrato assinado há dois anos.</p>
<p>Isto significa que a comunidade lusófona e hispânica poderão assistir a partir de seus computadores as principais apresentações do XXXIII CBU e sem custo.</p>
<p>Estas palestras estarão disponíveis por 1 ano a partir do final do congresso.</p>
<p>Se você gostou poderá rever e se não pode participar de maneira presencial poderá faze-lo de maneira virtual.</p>
<p><a href="http://webcasts.prous.com/SBU2011/html/5-pt/home.aspx?section=1" target="_blank">Link Webcasting</a></p>
<p>Aqui se trabalha para o o urologista,</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sbu-df.org.br/caros-membros-da-sbu-e-cau/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PIELONEFRITE</title>
		<link>http://www.sbu-df.org.br/pielonefrite/</link>
		<comments>http://www.sbu-df.org.br/pielonefrite/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 17:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suporte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.sbu-df.org.br/?p=672</guid>
		<description><![CDATA[É a infecção que por penetração de germes atinge um ou dois rins. Geralmente o paciente refere dor na região lombar (abaixo da última costela nas costas), febre alta, calafrios, ardência para urinar, sensação de urina quente e urina mais escura. Náuseas e vômitos acompanham o quadro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é?</p>
<p>É a infecção que por penetração de germes atinge um ou dois rins. Geralmente o paciente refere dor na região lombar (abaixo da última costela nas costas), febre alta, calafrios, ardência para urinar, sensação de urina quente e urina mais escura. Náuseas e vômitos acompanham o quadro.</p>
<p>Como se adquire?</p>
<p>O germe pode atingir o rim pelo sangue ou subindo da uretra para a bexiga e pelo ureter até o rim.</p>
<p>Quando existe alguma malformação do aparelho urinário ou urina que volta da bexiga para o rim (refluxo vésico-uretral) ou pedra nos rins ou outro tipo de obstrução, a pielonefrite tem condições favoráveis para se instalar. Os germes mais freqüentes são os gram-negativos.</p>
<p>Como se faz o diagnóstico?</p>
<p>Pelos sintomas de dor, febre, tremor de frio, urina escura , ardência para urinar e aumento de freqüência das micções. Ao exame físico do paciente, nota-se palpação e percussão dolorosa da região lombar</p>
<p>O exame comum de urina mostra no sedimento muitos leucócitos e alguns eritrócitos (glóbulos brancos e vermelhos). A urocultura com teste de antibiótico nos revela o germe causador e a medicação mais adequada. Exames de imagem como ultra-som, RX, Urografia Excretória, Tomografia computadorizada podem confirmar o diagnóstico.</p>
<p>Como se trata?</p>
<p>O tratamento é feito com antibióticos baseado no teste de sensibilidade bacteriana, mostrado pela urocultura com teste. A correção cirúrgica das> malformações ou fatores predisponentes (por exemplo, um cálculo urinário) pode ser necessária para completar o tratamento..</p>
<p>Como se evita?</p>
<p>Levando uma vida saudável, ingerindo muito líquido, tratando adequadamente as intercorrências como cálculos urinários ou malformação do aparelho urinário. Em caso de dúvida procure seu médico. </p>
<p>fonte: <a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?326&#038;-pielonefrite">abcdasaude.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.sbu-df.org.br/pielonefrite/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

